13 janeiro 2010

Inverno 2010 !!

Os primeiros dias de Fashion Rio já começaram a definir os temas que devem se confirmar para a próxima estação. Marie Claire faz aqui um apanhado das principais ideias que rolaram até agora nos desfiles cariocas.

3texturas_lucasprintinggiulMIX DE TEXTURAS – Inovações na tecnologia têxtil permitem experimentações no tricô, como mostrou Lucas Nascimento em sua estreia no Fashion Rio, com trama de fios de lurex e dregradê de cores. Abaixo, o equilíbrio de leve versus pesado na Coven e os maxi-paetês estampados aplicado em recortes no preto da jaqueta de Giulia Borges. Pode valer-se ainda de brilhos, metalizados, tachas e tratamentos emborrachados no tecido.
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MILITAR – Coven e Juliana Jabour são os pilares da tendência fardada que começa a fazer sentido nesta estação, com peças idealizadas a partir da alfaiataria masculina, mas renovada com comprimentos e volumes femininos e o brilho do lurex sobre a camuflagem. Marrom e verdes-escuros ganham espaço no guarda-roupa.

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SPORTSWEAR - A silhueta subtraida do minimalismo e a fluidez de trajes orientais emprestam elegância ao guarda-roupa esportivo, cartilha que volta a ser conjugada no inverno em roupas de noite e para o trabalho que tem tudo a ver com o ambiente urbano. Acima, TNG, Mara Mac e Walter Rodrigues.

4cores

VERDE + ROXO – O verde tem aparecido bastante nas coleções, em infinita gama de tonalidades ou combinado ao roxo, como vemos na Printing ou em Graça Ottoni.

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FUTURAMA – Cortes arrojados decorados por femininos babados e florais salvam a humanidade de um figurino Jetsons para uma visão mais contemporânea do guarda-roupa do futuro. Nas fotos acima, o gótico apocalíptico da Auslander, a alfaiataria babado da Cavendish e a forma Balenciaga da marca Filhas de Gaia.


Por André do Val
Fotos Thiago Chediak e Getty Images

31 dezembro 2009

2010!!

Feliz 2010 a todos que esse ano tudo que aconteceu de bom na nossas vidas possa se multiplicar!!

30 dezembro 2009

Sumida eu !?!?!?!

Bem gente ando meia sumida mesmo mas tenho um bom motivo ! estou preparando os ultimos detalhes do meu casamento !!
Postarei depois as fotos do meu enlace !!
Será um Luau muito despojado !!!

estou contando os minutos!!!

12 dezembro 2009

Carlos Drummond de Andrade

Definitivo, como tudo o que é simples.
Nossa dor não advém das coisas vividas,
mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos
o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções
irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado
do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter
tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que
gostaríamos de ter compartilhado,
e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas
as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um
amigo, para nadar, para namorar.

Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os
momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas
angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.

Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.

Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo
confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam,
todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma
pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez
companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um
verso:

Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida
está no amor que não damos, nas forças que não usamos,
na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do
sofrimento,perdemos também a felicidade.

A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...